segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O Filmeee maiss "loucoo" que já vi!!

DOGVILLE
Dogville é um filme onde mostra claramente o comportamento do ser humano, a vida em comunidade, e conflito que pode trazer quando tem de escolher entre o individual e o coletivo. Na segunda parte do filme as “máscaras” dos moradores caem, e Grace começa a conhecer realmente essas pessoas, que no início demosntravam a importância do coletivo, a compreensão e agora estavam individualistas.
O filme tenta ocultar um individualismo, além da aversão ao estranho que não pertence a sua comunidade. Também mostra no mesmo que somos responsáveis pelos nossos atos e temos problemas, pois não nos empenhamos para resolve-los.
O personagem Tom, representa a parte da sociedade intelectualizada, onde repete as mesmas coisas, faz discursos vagos para confundir, mente e tem medo de uma inserção mais contundente nos problema sociais e a esperança de Grace se perde quando ele reafirma sua passividade. O filme é uma percepção totalmente pessimista da humanidade, porém não muito distante da realidade...



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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Uma abordagem social...


Hoje iremos falar um pouco sobre a Terapia Comunitária, um instrumento utilizado por Psicólogos Sociais Comunitários, onde permite construir redes sociais solidárias de promoção da vida e mobilizar os recursos e as aptidões das pessoas que vivem na comunidade, possibilitando agregar novos valores.
A Terapia Comunitária pode acontecer em qualquer lugar, também qualquer pessoa tem o direito de participar do grupo, pois é um grupo aberto, então é feita uma votação para saber qual á a demanda maior, assim selecionando um assunto específico de maior sofrimento no momento.
Os mediadores em todos os grupos têm como objetivo envolver da melhor forma todos os problemas da comunidade, acolher o sofrimento destes indivíduos, para que possa ser transformado, a T.C. oferece um espaço para a fala e escuta, do reconhecimento do sofrimento dos outros membros, o indivíduo fala de si e ouve as diferentes histórias dos demais presentes no grupo.
Participar de uma terapia comunitária nem sempre é tão fácil quanto se é relatado. É preciso possui uma grande disponibilidade interna, para compartilhar com o grupo suas vivências e/ou dificuldades.
Normalmente são realizados grupos abertos, ou seja, sem que se especifiquem horários rígidos ou o desligamento de algum integrante caso este venha a faltar. A T.C. não é uma forma de aconselhamento entre os integrantes, ou coordenadores, mas sim relatos de experiências onde cada integrante relata o que passou ou vem passando e como está lidando com tal situação, sem que o restante do grupo critique ou aponte soluções julgando como corretas.
Se possível... Permita-se vivenciar esta experiência!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

ã?? desafio?? topo, topo...por que não...


Olá...

Bem...hoje nos 45" do segundo tempo , em uma supervisão, nosso magnífico professor Fábio Dal Molin, Psicólogo, Mestre em Psicologia Social e Institucional, Doutor em Sociologia UFRGS e mais um monte de coisas, nos propõe um desafio...o de criar um blog, na verdade este blog!

Confessamos que ainda não entendemos a real intenção dessa incumbência, mas aceitamos prontamente seu pedido, pois adoramos desafios...

No caminho de nossas casas pensamos por onde começar, já que nos foi imposto apenas uma tarefa...a de entregar o link com o primeiro comentário em 24h, sem especificar assunto, motivo ou qualquer outra coisa.

Estamos realizando um estágio em Psicologia Social Comunitária onde nos deparamos diáriamente com uma realidade que não haviamos presenciado até então, onde há muita pobreza, sujeira, descaso, sofrimento, carência e uma cultura bem diferente da nossa.

No início do estágio, talvez por não conhecer aquelas pessoas, as olhávamos com tristeza,pena... porém começamos olhar o lado saudável que possuíam, o lado onde as pessoas são felizes, por mais dificuldades que possuam, o lado em que os idosos se encontram todas as segundas-feiras à tarde para dançar, conversar, tricotar...o lado em que somos bem recebidos quando fazemos visitas domiciliares(V.D), mesmo quando olham para nós com desconfiança por não nos conhecerem. E pra essas pessoas dizemos:

-Somos estagiárias de Psicologia, viemos para auxiliar no que for preciso, darmos toda a assistencia que pudermos e comunicar que sempre que precisarem estaremos aqui...

Por que ser Psicólogo não é apenas clinicar, "fechadinho" em um consultório, ser psicólogo é entender o ser humano em sua essência, respeitar suas limitações e acreditar em sua mudança, acreditar nas pessoas, em sua força de vontade, por mais dificil que pareça..."é gostar de problemas" mas acima de tudo, vencer desafios!!!